quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Até qualquer dia...

Toca no sempre as manhãs do sul com os batuques quentes da sanzala aqui no resto do verão azul que ainda suporta a mortadela.

No veio norte agora do depois da piada gelar "griza-se" o cabelo na esperança que um dia volte a encontrar a sua constança no ritmo de desaparecer de vez.


Até qualquer dia.

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